[Resenha] Detalhe Final @editoraarqueiro

 
Toda verdade tem dois lados - um deles pode ser mortal
O agente esportivo – e detetive ocasional – Myron Bolitar está num verdadeiro paraíso. Divide uma praia caribenha com Terese, uma mulher deslumbrante que acabou de conhecer – uma forma perfeita de se recuperar da perda recente de uma amiga querida.
Seu retiro é interrompido por Win, seu amigo e parceiro em inúmeras investigações. Ele não traz boas notícias: um dos clientes mais antigos de Myron, o problemático Clu Haid, arremessador dos Yankees, foi assassinado e a principal suspeita é Esperanza, melhor amiga e sócia de Myron.
De volta a Nova York, Myron está determinado a provar a inocência de Esperanza, mas os obstáculos são maiores do que imaginava. Para desvendar o crime, Myron terá de encarar o submundo nova-iorquino e abrir feridas antigas que podem ser o seu fim.
Com reviravoltas, cenas e diálogos inesquecíveis, temperados com um delicioso humor, Detalhe final tem tudo o que fez de Harlan Coben um fenômeno literário e vai surpreender o leitor até a última página.

 
Detalhe Final
(The Final Detail)
Myron Bolitar # 06
Harlan Coben
Ano: 2015
Páginas: 304
Editora: Arqueiro






A série Myron Bolitar do aclamado autor Harlan Coben já chegou ao sexto volume e ainda não tinha lido nenhum exemplar. Resolvi começar por este e verificar a razão de tantos elogios.

Como a sinopse nos conta, Myron é retirado de seu momento relax, muito raro diga-se de passagem, para salvar a pele de sua melhor amiga e sócia Esperanza.

Os personagens são bem interessantes. Myron é um protagonista mais maduro, por volta dos 30 anos, preocupado com os pais idosos e com consciência de seus atos. Win é o oposto do amigo e podre de rico. Esperanza no inicio é uma incógnita que vai sendo revelada aos poucos, no desenrolar da obra, temos ainda Big Cindy a personagem mais caricata de todas, alvo do humor do autor e por fim, e não menos importante, Clu Haid, o defunto pivô de tudo, um ex jogador drogado e problemático.
 
Harlan não conseguiu me envolver na trama, apesar de ter um mote bem legal: uma mulher, até então acima de suspeitas, ser acusada de matar um dos clientes do seu sócio e depois não querer receber nenhuma ajuda de seu sócio e melhor amigo.  
 
Mesmo sem Esperanza querer a ajuda do sócio, Myron começa a sua investigação paralela a advogada, que não gosta do envolvimento ativo do mesmo no processo judicial.

A escrita do Coben é detalhista apesar dessa miscelânia de personagens criadas por ele, as pontas não ficam soltas, tudo foi sendo encaixado até o ápice final, mas faltou algo que me agradasse.

O humor do Coben não é dos que me agradam, é algo muito cru, seco e não foi do meu feitio. Interessante como a acidez de comentários que aprecio em chick lits britânicos, nessa trama policial não rolou para mim. Talvez para outros leitores esse seja o diferencial, mas para mim não foi agradável.

Reconheço a qualidade da escrita do autor, existe uma boa carga emocional em outros personagens, algo que aprecio, mas não foi bom esse primeiro contato com a sua obra.
 
 

Um comentário:

  1. Amei a sua resenha e eu realmente fiquei com vontade de ler esse livro porque ele parece me lembrar um que se chama "Você é o proximo". Adorei o seu blog e já está nos meus favoritos.

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